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No Largo do Pelourinho, destaca-se o antigo Paço do Concelho, documentado desde o século XV. Trata-se de um edifício de planta retangular simples, de volumes escalonados com disposição horizontal, cortada pela torre. No século XIX, por altura das Invasões Francesas, Junot mandou picar as pedras de armas presentes no edifício, por Belmonte não se ter rendido.

O portal da autarquia apresenta uma nova galeria de fotos. Veja e re-veja a beleza de Belmonte por novos ângulos...  

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Este é mais um convite para visitar a terra de Pedro Álvares Cabral e que alberga uma das mais peculiares comunidades judaicas da Europa!

 
 

O Municipio de Belmonte aposta no reforço da comunicação com a população e diferentes entidades públicas e privadas.

Para isso criou duas páginas. Uma oficial para conteúdos políticos, e uma outra que dá conta das diversas iniciativas no campo sócio-cultural e desportivo. 

Deixamos os diferentes links para que que estejam a par das atividades.

Facebook oficial: Belmonte Municipio

Facebook: PLAY Belmonte em Acção

Belmonte é um verdadeiro museu a céu aberto.

É a terra de Pedro Alvares Cabral, o descobridor do Brasil, por isso tem um moderno Museu dos Descobrimentos; é a mais impressionante localidade de criptojudaísmo da Península Ibérica - por isso tem um Museu Judaico e uma sinagoga; é terra agrícola e de boa paisagem, por isso tem ecomuseu do rio Zêzere ou o museu do Azeite; tem ainda importantes vestígios romanos com a enigmática Torre de Centum Cellas ou a villa romana da Fórnea.

(Carregue duas vezes na foto para ampliar)

 

 

 

 

 

 

Belmonte Místico e Lendário from Belmonte on Vimeo.

A história da vila remonta ao século XII, quando o concelho municipal recebeu foral de D. Sancho I em 1199. Belmonte e a vizinha Covilhã, apesar de situados no interior de Portugal estão conotados como poucas regiões portuguesas com os Descobrimentos marítimos Portugueses. Entre as curiosidades que permeiam a história da vila está o facto de que o descobridor do Brasil no século XV, o navegador Pedro Álvares Cabral, ter nascido em Belmonte.

O Homem ocupou estas terras desde a Pré-história como atestam os vestígios megalíticos com cerca de 6 mil anos nas freguesias de Inguias e de Caria. Igualmente importantes são os sinais da proto-história, que assumem novos conceitos e estratégias de ocupação do território. Nesta época privilegiam-se os cumes dos relevos montanhosos como forma de domínio territorial e de ostentação social. É o exemplo do castro da Chandeirinha, na Serra da Senhora da Esperança.
Verdadeiramente marcante neste concelho foi a presença romana. Efectivamente, os romanos atraídos pela riqueza mineira e agrícola desta região, depressa se aperceberam da importância estratégica e económica deste território atravessando-o com vias. Surgem, assim as villae da Quinta da Fórnea na freguesia de Belmonte e de Centum Cellae, na freguesia de Colmeal da Torre. Com a sua imponente torre é um dos mais monumentais sítios da época romana de Portugal e tem sido alvo de várias interpretações históricas e arqueológicas.

Em 1199, D. Sancho I e o Bispo de Coimbra outorgaram Carta de Foral a Belmonte com o intuito de “povoar e restaurar”, assegurando, desta forma, o controlo político da região pela coroa portuguesa.

Em 1258, D. Afonso III concedeu ao bispo de Coimbra, D. Egas Tafes, autorização para a construção da torre de menagem e do castelo nas terras deste concelho. No séc. XIII, Belmonte é já uma vila bastante povoada por cristãos e judeus, justificando a existência de duas igrejas (S. Tiago e St.a Maria) e uma sinagoga. A administração militar (alcaidaria) de Belmonte foi entregue por este rei a Aires Pires Cabral, da família senhorial dos Cabrais.

Na sequência das Guerras Fernandinas e da Crise de 1383/85, atendendo a que “o seu castello de bellmonte he muy despouado por rezam desta guerra”, D. João I concederia Belmonte, por Carta de Couto ao Bispo de Coimbra e, em 1397, à família de Álvaro Gil Cabral, nomeando alcaide do castelo Luís Álvares Cabral, que herdara em Belmonte o morgadio instituído por sua tia Maria Gil Cabral. Em 1466 a família Cabral fixa-se definitivamente em Belmonte, aquando da doação a título hereditário da Alcaidaria-mor do Castelo a Fernão Cabral, recebendo também doação régia de todas as rendas, foros e direitos da vila de Belmonte, de «juro e herdade».

Em 1 de Junho de 1510 Belmonte recebeu nova Carta de Foral no âmbito da Leitura Nova (1496-1520).

Em 1527, Belmonte tinha a segunda maior densidade populacional na comarca de Castelo Branco, e era uma comunidade rural dependente da pecuária e da agricultura e com algum comércio praticado maioritariamente por Judeus.

Apesar disso os Cabrais continuariam a afirmar-se como elite política: entre 1549 e 1550, a culminar uma carreira por altos cargos de nomeação régia, D. Jorge Cabral tornar-se-ia 15.° governador da Índia.

Belmonte é um Concelho quase tão antigo como a Nacionalidade. A vila de Belmonte teve foral em 1199 e está situada no panorâmico Monte da Esperança (antigos Montes Crestados), em cujo morro mais rochoso foi construído nos finais do séc. XII o seu castelo que juntamente com os castelos de Sortelha e Vila de Touro, formaram até à assinatura do Tratado de Alcanices (1297), a linha defensiva do Alto Côa, apoiada na retaguarda pela muralha natural da Serra da Estrela e pelo Vale do Zêzere. Por ser tempo de guerras contra leoneses e castelhanos, o castelo de Belmonte foi sendo melhorado nos reinados de D. Afonso III, D. Dinis e D. João I. A bravura e a lealdade da família dos Cabrais, foi sempre lendária e temida, sobretudo a do seu primeiro Alcaide-mor - Fernão Cabral, que uma vez nomeado a título definitivo e hereditário, em 1466 por D. Afonso V, transformará o castelo numa Residência Senhorial Fortificada, onde seu filho Pedro Álvares Cabral viverá os seus primeiros anos de vida. No séc. XIII atesta-se a existência de uma já próspera comunidade Judaica, responsável pela existência de uma sinagoga de que resta uma inscrição datada de 1296, que provavelmente viveria numa judiaria localizada no actual bairro de Marrocos. Em consequência da expulsão dos judeus de Espanha em 1492, pelos Reis Católicos é provável que esta comunidade tenha aumentado, até que em 1496, D. Manuel I decreta a conversão forçada ao catolicismo, seguindo-se uma série de perseguições e a criação de uma comunidade cripto-judaica que sobreviveu ao longo dos séculos, mantendo os seus rituais e tradições. É ainda o mesmo monarca que em 1510 renova o foral de Belmonte. Em 1989 foi oficialmente criada a comunidade judaica de Belmonte, cuja sinagoga foi inaugurada em 1997, actualmente é uma das poucas comunidades com Rabi.

 

UMA VIAGEM À VOLTA DO MONTE DA ESPERANÇA

 

Dos panoramas do Vale do Zêzere aos encantos e mistérios da Torre de Centum Cellas, cruzando pontes, aldeias com belos solares e histórias de minas antigas. Para fazer o passeio a pé ao longo do centro histórico da Vila de Belmonte e realizar a viagem à volta do Monte da Esperança, reserve uma estadia de pelo menos dois dias numa das unidades hoteleiras de Belmonte. Antes de deixar Belmonte pare junto à Câmara Municipal para admirar o magnífico vale do Rio Zêzere, com o seu leito largo e arenoso, rodeado de amieiros, campos verdes e frondosos pomares de macieiras e pessegueiros. Saindo de Belmonte pela EN 345, desça até ao cruzamento com a EN 18 e vire à direita para Norte, seguindo a estrada ao longo da Ribeira de Gaia, afluente do Zêzere, cuja riqueza em estanho dos seus aluviões de cassiterite foi explorada pelos romanos, ou mesmo antes, e mais recentemente pelos americanos, entre 1910 e 1940. Cerca de mil metros adiante, vire à direita para Colmeal da Torre, onde à entrada da povoação, se situa a Estação Arqueológica Romana de Centum Cellas, antiga villa romana do século I d.C., ligada à exploração agrícola e mineira da região. Além da altiva e fabulosa construção denominada Torre que se conserva, constituída por enormes silhares graníticos, propositadamente feitos para encaixarem uns nos outros, as escavações em curso puseram à vista a planta do resto do edifício e as suas diferentes fases de construção. Se entretanto estiver na hora do almoço não deixe de provar as trutas, o arroz de lebre no pote de ferro, a caldeirada de cabrito ou o cabrito assado, seguido das tradicionais papas de carolo. Do Colmeal siga para Maçaínhas, uma típica aldeia rural em perfeita harmonia com a paisagem natural em que se implanta. De Maçaínhas tome a direcção das Olas, antiga aldeia medieval que chegou a ter Igreja paroquial no séc. XIV. Depois da Quinta Cimeira acompanhe o fértil Vale da Ribeira das Olas pela estrada municipal, por entre encostas floridas de giestas (na Primavera), lameiros com rebanhos e cerros graníticos, dos quais se destaca à direita a Penha da Águia, em cujo sopé passa a linha do caminho de ferro. Das Olas continue para as Inguias, no cruzamento da estrada de Inguias para Bendada vire à direita logo em frente surge o pequeno morro onde se encontra a pequena ermida de N.ª Sr.ª da Estrela, onde foi encontrado recentemente um altar romano (ara) dedicado a Júpiter, e em cujas imediações já foram identificadas cinco estações arqueológicas romanas. A romaria de N.ª Sr.ª da Estrela realiza-se aqui anualmente em finais de Agosto. De Inguias dirija-se para Sul, em direcção à EN 18-3, onde deverá voltar à direita para Caria, uma vila nobre e antiga do concelho de Belmonte. No cimo da vila situa-se a Casa da Torre, antiga residência de Verão dos Bispos da Guarda, mandada construir em 1322. Logo ao lado visite a Igreja Matriz da Imaculada Conceição, barroca, dos inícios do séc. XVIII, com um notável altar de talha dourada, finamente elaborada, com tecto de caixotões com trinta e dois retábulos pintados. Veja ainda o núcleo do casario junto ao solar setecentista dos Quevedo Pessanha, mais abaixo encontrará o Solar dos Condes de Caria, este do séc. XIX. Duração: 1 dia. Distância Total: 25 Kms.

 

NA TERRA DE PEDRO ÁLVARES CABRAL

 

Um passeio a pé ao longo do centro histórico de Belmonte, de mão dada com os monumentos que viram crescer este famoso navegador. Quinhentos anos após a descoberta do Brasil admire a estátua de Pedro Álvares Cabral situada no Largo António José de Almeida, a 100 metros dos Paços do Concelho. Suba a pé pela Rua 1º de Maio até à belíssima Praça da República, destacando-se o edifício da antiga Câmara, com a torre do relógio e onde se localiza o Posto de Turismo, o pelourinho quatrocentista e, em redor, um notável conjunto de casas onde pode comprar o artesanato local e da Serra da Estrela. Continuando para o Largo Afonso Costa, volte à esquerda e suba a Rua 1º de Maio, voltando à direita para a Rua Heróis da Independência, visite o Museu Judaico. Regressando à Rua 1º de Maio, admire a beleza do Largo do Pelourinho e o edifício dos Antigos Paços do Concelho (actual Biblioteca Municipal). Em seguida e após passar pelo Largo Afonso Costa (Antigo Largo de São Pedro), volte à esquerda e visite o Castelo de Belmonte, Monumento Nacional e que é formado pela Torre de Menagem, vestígios da antiga alcaidaría (Paço dos Cabrais) e um moderno anfiteatro ao ar livre, rodeado por imponentes muralhas. Não deixe de subir à janela Manuelina, verdadeira jóia granítica, de onde poderá contemplar a Serra da Estrela em toda a sua extensão. À saída do Castelo, em frente, observe as capelas de Santo António (séc. XVI) e do Calvário (séc. XIX) e, à direita, a cruz de madeira de Pau Santo do Brasil (réplica da que foi mandada levantar por Cabral na 1ª missa celebrada no Brasil), oferecida nos anos 50 pelo presidente brasileiro Kubichek de Oliveira. Também à direita, a Igreja de Santiago (Monumento Nacional), românica, vale a pena ser visitada, aí encontrará na capela mor, diferentes camadas residuais de frescos sobrepostos, que terão sido elaborados nos sécs. XVI, XVII e XVIII. Na capela-mor destaca-se um fresco, onde se representam as figuras de Nossa Senhora, São Pedro e ao meio o Apóstolo Santiago, patrono deste Templo, na figura de peregrino. O altar lateral, também conhecido por capela de N.ª Sr.ª da Piedade, constitui uma preciosa peça gótica com capitéis finamente trabalhados, e onde se guarda o túmulo de Maria Gil Cabral, fundadora da capela nos finais do séc. XIV, e ainda uma raríssima Pietá de granito policromado. Não deixe de visitar o Panteão dos Cabrais, onde se encontra um túmulo com alguns restos mortais de Pedro Álvares Cabral, para além de outros da mesma família. Deixando este templo, à direita, repare na torre sineira que compõe todo este conjunto religioso. Depois de percorrer a Rua da Judiaria e visitar a nova Sinagoga, regresse ao terreiro do castelo, onde todos os anos se acende o tradicional madeiro. Desça novamente a Rua do Castelo e siga pela Rua 25 de Abril em direcção à Igreja da Sagrada Família, em cujo altar lateral se encontra a famosa imagem de N. Sr.ª da Esperança que segundo a tradição terá acompanhado Álvares Cabral ao Brasil. Não se esqueça de visitar o Ecomuseu do Zêzere, dedicado à história do Rio Zêzere, à sua fauna e flora. Seguidamente visite o Museu do Azeite, instalado no antigo Lagar de Azeite, onde lhe é dado a conhecer o processo de fabricação do azeite, produto de extrema importância na economia do Concelho, em tempos ainda não muito distantes.

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Museu dos Descobrimentos

O Museu dos Descobrimentos/Centro de Interpretação "À Descoberta do Novo Mundo (DNM)" surge da vontade da Câmara Municipal de Belmonte em dar a conhecer um dos maiores feitos de sempre da História das Descobertas Portuguesas – o Achamento do Brasil.

Este espaço propõe-se dar a conhecer, estudar e divulgar o feito de Pedro Álvares Cabral e a explorar a História da maior nação de expressão portuguesa, que ao longo de cinco séculos construiu-se através de uma extraordinária convivência de culturas.

Visitar o DNM é como fazer uma viagem com mais de 500 anos. É um aproximar à história dos descobrimentos e do Brasil. Por isso esta epopeia foi produzida com o recurso às mais modernas tecnologias e técnicas museográficas de forma a ser entendida e compreendida por todos os públicos, inquietando-os, estimulando-os e dando-lhes a possibilidade de participarem, conhecerem e interpretarem a nossa história.
O DNM é um espaço de sensações e emoções que nos fazem compreender, respeitar, sonhar e viajar. É uma viagem pelo Tempo como nunca o pudemos fazer. Viaje connosco!

Marcação de Visitas
Telefone: + 351 275 088 698
Telemóvel: 969 200 486
E-mail: empds.belmonte@gmail.com

Tabela de Preços dos Museus Municipais de Belmonte - Consulte AQUI
 

Aberto de Terça a Domingo
HORÁRIO DE INVERNO (15 de Setembro a 14 de Abril)
das 9h00 às 12h30m e das 14h00m às 17h30m

HORÁRIO DE VERÃO (15 de Abril a 14 de Setembro)
das 9h30m às 13h00m e das 14h30m às 18h00m

Encerra: Segundas-Feiras, 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro

 

 

Edifício

Centro Interpretativo - À Descoberta do Novo Mundo

A Casa dos Condes, também muitas vezes chamada Solar dos Cabrais, situada na Rua Pedro Álvares Cabral nº 68, é um exemplo de arquitectura civil privada (de residência), de influência maneirista, cuja construção remonta ao século XVIII-XIX.

A escolha desta casa, para albergar as Instalações do Património "Genético de Belmonte" e sua relação com terras do Brasil, surgiu de forma natural pois foi fácil entender o valor das "mensagens genéticas" da Vila. A recuperação da Casa dos Condes e a sua ampliação tornaram-se assim opções fundamentais para que todo este Mundo Cultural se expusesse, se organizasse e se fortalecesse e nada melhor que um edifício como este para ancorar um importante sonho de transformação cultural de Belmonte, divulgando as relações privilegiadas entre Belmonte e Terras do Brasil.

Apelidámos inicialmente este equipamento como Museu / Teatro do Mundo, que se devia enriquecer com um Programa muito diverso e muito dinâmico, assente em informação trabalhada em termos audiovisuais. Como? – Criando os seguintes espaços:

– Um espaço expositivo sequencial, dinâmico e onde se tratassem sumariamente as questões da navegação, da cartografia, da descoberta do Brasil, da colonização, da Fauna e da Flora, do Urbanismo, da Arquitectura etc;
– Um espaço destinado a criação de um Centro de Documentação;
– Um espaço destinado à função de estar e lazer – cafetaria e esplanada.

Considerando as pré existências atrás referidas e sendo nossa intenção reforçar o valor funcional e programático do edifício da sua envolvente partimos para um projecto assente em três pontos essenciais e a saber:
– Construção de um corpo novo capaz da receber toda a informação expositiva e didáctica pretendida para a resposta aos desideratos atrás definidos;
– Adaptação do Casa dos Condes a Centro de Documentação e a área Administrativa;
– Transformação do interior do terreno em local de estar e de passagem urbana com a construção de uma pequena cafetaria.

O novo edifício a construir e destinado a Centro Interpretativo de Belmonte – À Descoberta do Novo Mundo foi desenhado de modo a poder ser entendido como um conjunto de espaços sucessivos, de temas diversos, quase contentores fechados que permitem que imagens e sons temáticos nos envolvam e nos deixem percorrer os 500 anos de história. Assim, este projecto que nasce por detrás do muro da propriedade e que espreita para o vale do Zêzere, articula-se interiormente através de jogos de escadas e rampas, em pequena escala, quase túnel do tempo. A sua arquitectura de articulação disciplinada e de volumetria muito contida pretendeu responder à serenidade do local e à topografia existente.

Estratégia Museográfica

Estratégia museográfica (museologia e cenografia)

Mais do que um local com artefactos, este museu faz da história de Portugal, dos Descobrimentos e do Brasil o seu objecto museológico. Com cientificidade, pesquisa, estudo e desenvolvimento procurou-se inovar, interpretar, explorar e dar a conhecer factos e momentos que marcaram e marcam Portugueses e Brasileiros.
Desta forma elaborou-se uma cuidadosa pesquisa que envolveu dezenas de especialistas em diferentes áreas do conhecimento que levou à produção de vastíssimos conteúdos (textos, fotografias, filmes, sons, animações, etc...) para os mais variados públicos.

Com um discurso museográfico vanguardista, com design inovador procurou-se uma dinâmica expositiva que abordasse os principais momentos da história do Achamento do Brasil e da sua construção enquanto nação continental, procurando criar vários níveis de informação em diversos suportes, conseguindo assim uma maior dinâmica expositiva e envolvendo os visitantes nesta nossa "viagem".

Os conteúdos encontram-se produzidos em português, inglês e espanhol e foram tomadas preocupações para a elaboração de programa especiais para os diversos tipos de públicos e faixas etárias.

A estratégia museográfica passou também pela criação de filmes e de conteúdos multimédia alicerçados em temáticas que ganham uma nova dimensão através do recurso às novas tecnologias.
Aqui podes tocar, sentir, viajar, explorar, conhecer, descobrir e viver uma nova realidade.

Multimédia

No DNM a Multimédia está ao serviço dos conteúdos. Ela é o meio para se apresentar de uma forma diferente e inovadora a História de uma viagem e de um país.

Neste âmbito procurou-se sempre com rigor histórico e cientifico apresentar temáticas e assuntos que de outra forma não seria possível.

Este é um museu vivo, que mantém uma dimensão imagética e sonora que se estende e aproveita os recursos tecnológicos actuais e amplia as potencialidades dos seus conteúdos através da virtualidade, da acessibilidade, da multimédia, da interconexão e da multiplicidade.

À Descoberta do Novo Mundo from Belmonte on Vimeo.

VER BELMONTE DIRECTAMENTE NO GOOGLE MAPS

40°21'28.75"N
7°21'5.62"W

Tabela de preços dos museus de Belmonte: link

A VISÃO DO OUTRO PELO OUTRO

ESCRAVATURA

 

A DIVISÃO DO MUNDO
 

IDENTIDADES VIDEOWALL
 

Ficha técnica

Centro Interpretativo de Belmonte – À Descoberta do Novo Mundo
Promotor

Câmara Municipal de Belmonte
Ideia e Estratégia de Acção Expositiva

Carlos Reis de Figueiredo, Paulo Celso Fernandes Monteiro, Arqueohoje
Coordenação Geral

Arqueohoje, Paulo Celso Fernandes Monteiro
Exposição
Projecto Museológico

Arqueohoje, Paulo Celso Fernandes Monteiro
Projecto Expositivo

Pitanga Design
Design Gráfico

Pitanga Design
Light Design

Lighter, ldª
Projecto de MultimÉdia Interactiva

YDreams, S.A
Montagem

Arqueohoje, Lda
Construção civil

AR&MG, Engenharia e Consultadoria
Director de Obra

Serafim Matos Silva
Iluminação Expositiva

BVV, Instalações Eléctricas Lda.
Produção Gráfica

Webrand – Agência de Publicidade, Lda.
Responsável Financeiro

António Almeida Monteiro
Logística e Apoio Técnico

Luís Filipe Coutinho Gomes
Conteúdos
Investigação Histórica

Fernando Amorim, Paulo Celso Fernandes Monteiro
Consultores Científicos

Fernando Amorim, Cláudia Goes
Pesquisa Arquivística

Paulo Celso Fernando Monteiro
Identificação, Pesquisa e Recolha Documental

Fernando Amorim, Paulo Celso Fernandes Monteiro, Pedro Sobral de Carvalho
Produção de Conteúdos

Textos: Fernando Amorim, Paulo Celso Fernando Monteiro
Fotografias

Luciano Candissani, Alex Uchôa, Sebastião Salgado, Gilvan Barreto, Tadeu Vilani, Ana Mokarzel, Gleice Bueno, Eneida Serrano, Leo Spósito, Sérgio Fonseca, Tatiana Cardeal, Fernanda Chemale, Paulo Celso Fernandes Monteiro, Daniela Michelli, Chico Porto, Kátia Lombardi, Ane Aguirre, Rafael Lage, Sérgio Luiz
Arquivos, Bibliotecas e Museus

Academia das Ciências de Lisboa; Arquivo Distrital de Aveiro; Arquivo do Diário de Noticias; Arquivo Histórico do Exército Brasileiro; Arquivo Histórico Ultramarino; Arquivo Municipal de Lisboa; Arquivo Nacional da Torre do Tombo; Beinecke Rare Book and Manuscript Library, Yale University; Biblioteca da Ajuda; Biblioteca Estense, Módena; Biblioteca Nacional de Portugal; Biblioteca Pública de Évora; Bibliothéque Nationale de France; Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro; Germanisches Museum; Germanisches Museum, Nuremberga; Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa; Museu Severo Portela, Almodôvar; The James Ford Bell Library, University of Minnesota; The Pierpoint Morgan Library, Nova Iorque; Whipple Museum of the History of Science, University of Cambridge, Museu de Arte da Bahia, Museu da Cidade de Lisboa.
Revisão e Correcção

Maria Luísa Lopes Fernandes Monteiro, Teresa Barradas, Otília Rocha
Traduções

Castelhano: Santos García Trigo, Ignacio Salas Pardo, Yéssica Rodríguez Espinosa
Inglês: Luísa Costa
Projecto Pedagógico

Sandra Boavida, Ana Dias
MultimÉdia Interactiva
CriaÇÃo e Desenvolvimento do Conceito Expositivo/Interactivo

YDreams, S.A com Paulo Celso Fernandes Monteiro e Pitanga Design
ProduÇÃo de Conteúdos para a Multimédia

Fernando Amorim, Paulo Celso Fernandes Monteiro, Cláudia Goes, Ricardo Silva
Conservação e Restauro

Arqueohoje
Fornecimento, Montagem e Execução

YDreams, S.A.
Design Multimédia

YDreams, S.A.
Vídeo
Coordenação

Arqueohoje, Lda
Produção

Que Cena
Recolha de Imagens

Paulo Martins e Sérgio Pereira
Montagem e Edição

Sérgio Pereira
Pós-Produção

Paulo Martins e Sérgio Pereira
Realização

Sérgio Pereira
Guiões

Fernando Amorim, Paulo Celso Fernandes Monteiro e Sérgio Pereira
InvestigaÇÃo Documental

Fernando Amorim, Paulo Martins
AdaptaÇÃo

Sérgio Pereira, Paulo Celso Fernandes Monteiro
LocuÇÃo PortuguÊs

Fernando Alves, Jorge Moreira, Jorge Freitas, Miguel Martins
LocuÇÃo Espanhol

José Angel
LocuÇÃo InglÊs

Simon Washwood
TÉcnico de Som

Paulo Martins, Alfredo "El Che"
InsonorizaÇÃo

Sérgio Pereira
Actores e FiguraÇÃo

Alexandre Maia, Oseias Santos Souza, Fábio Fonseca, Ana Serrão.
Arquivos de Imagem

Arquivo RTP
TVE Bahia – IRDEB
ConservaÇÃo e Restauro

Arqueohoje, Lda
MÚsica
Consultora Musical

Cláudia Goes
MÚsica Nordestina

Estúdio: Fábrica
Supervisão e Mixagem de Áudio: Pablo Lopes
Produção: Jeff Moura
Técnico De Gravação: João Santos
MÚsicos Por Tema

"Baião": Luziano André, João Santos
"Frevo": Alessandro César, Paulo Ricardo, Clóvis Oliveira, João Santos
"Maracatu": João Santos
Produção, TÉcnico de GravaÇÃo e Mixagem

Mu Chebabi
"CHORO"

Jovi Joviniano Pandeiro
Mario Séve: Sax Tenor; Flauta
Abel Luiz (Sivuquinha): Cavaquinho; Patrick Ângello; Violão – 7 Cordas
"SAMBA"

Jovi Joviniano: surdo, pandeiro couro, pandeiro nylon, shake, tamborins, repique, cuíca
Abel Luís: Cavaquinho, Bandolim
Patrick Ângello: Violão – 7 Cordas
"BOSSA NOVA"

Jovi Joviniano: Pandeiro
Paulo Malagutti: Piano, Baixo
Patrick Ângello: Violão – 6 Cordas
Edifício
Projecto de Arquitectura

Reis de Figueiredo – Arquitectos da Beira, Lda.
Arqtº Carlos Reis de Figueiredo com colaboração de Ana Filipa Neves e Diogo Ribeiro
Projecto de Estruturas e Betão Armado

Engº. Filipe Cortez
Projecto de Electrotecnia, Telecomunicações e Segurança

Engº Marcos Pinguinha
Rede de Infra-Estruturas

Arqtº Carlos Reis de Figueiredo
Avac

Engº Madeira da Silva
Empreiteiro Geral

Constrope
WEBSITE
Web Design

PitangaDesign com Ana Lúcia Pinto (programação)
Conteúdos

Paulo Celso Fernandes Monteiro
Arqtº Carlos Reis de Figueiredo
Agradecimentos

Alcir Santos, António Manuel Pinheiro, Mónica Gheno e Anderson Guilherme Quaresma (Secretaria de Turismo e Cultura da Prefeitura de Porto Seguro), Reserva da Jaqueira, Monique Badaró e António Jehova de Carvalho (Secretaria de Estado da Cultura da Bahia), Samira Martins (Eco-Resort Arraial da Ajuda), Nicolau Tudela (RTP), Silva Menezes (Museu de Arte da Bahia), Sahada Mendes Palmeira (TVE Bahia – IRDEB), Iêdo José Menezes Elias (Prefeito do Município de Belmonte, Brasil, Eráclito Lima Santana (Secretário de Turismo de Belmonte, Brasil), Ana Liberato (IPAC), Lucinda Santos (Arquivo Distrital de Aveiro), Rui Santana e Rui Cortes (Câmara Municipal de Almodôvar), Cristina Giesteira (CEDOPORMAR), Estaleiros Samuel & Filhos, Ricardo Silva, Pedro Salvado, Ana Pereira, Marina Dias, Marco Fonseca, Pilar Michelli, Rodrigo López Chaz, Josefina López, Marina Matusita, Vinicius Cassares, Rita Figueira, Filipe Silva, Renato Silva.
CÂmara Municipal de Belmonte

Amândio Ferreira de Melo
Carlos Simões

Elisabete Robalo
José Manuel Caninhas Figueiredo

Apoios

Governo Estadual da Bahia
RTP
Sagatiba
Havaianas
Guaraná Antártica
Media Partner

RTP
Financiamento

QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional (Portugal 2007-2013)
Mais Centro – Programa Operacional Regional do Centro
Turismo de Portugal

Avisos legais

COPYRIGHT

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Construção recente dos anos 40, alberga a imagem quatrocentista de Nossa Senhora da Esperança, que segundo a tradição acompanhou Pedro Álvares Cabral na viagem da descoberta do Brasil.

A construção do Castelo data do século XIII . Em 1258 D. Afonso III autoriza D. Egas Fafe a construir uma Torre no Castelo de Belmonte, no entanto, no local onde se ergue o Castelo, haveria já um sistema defensivo, posto a descoberto com as escavações arqueológicas realizadas no monumento, cuja construção estaria relacionada com as necessidades de repovoamento e de afirmação do poder real de D. Sancho I na região.

D. Afonso V em 1466 doa o Castelo a Fernão Cabral I, tornando-se a residência da família Cabral. As várias transformações efetuadas são ainda visíveis no pano da muralha oeste, com a construção de várias janelas panorâmicas. Destaca-se um janela de estilo manuelino, da primeira metade do século XVI, encimada por brasão composto por duas Cabras (Cabrais) e seis ruelas (Castros), simbolizando a união de João Cabral Fernandes com D. Joana Coutinho de Castro.

Atualmente, o edifício tem funções turísticas e culturais, tendo sido construído um anfiteatro ao ar livre e a Torre de Menagem e Sala Oitocentista adaptadas a espaços museológicos dedicados à história do Concelho e do Castelo.

 

Tabela de Preços de entrada no Castelo de Belmonte - Consulte AQUI

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